Mônada (monás)

Grécia

Mônada. Do latim tardio, monas, do grego monás, unidade. Termo de origem provavelmente pitagórica, usado na filosofia antiga para designar os elementos simples de que o universo é composto. Platão aplica o termo mônada às ideias ou formas.

Filosofia

No leibnizianismo (ver Gottfried Wilhelm Leibniz 1646 – 1716 https://maestrovirtuale.com/gottfried- leibniz-biografia-contribuicoes-e-obras/) , átomo inextenso com atividade espiritual, componente básico de toda e qualquer realidade física ou anímica, e que apresenta as características de imaterialidade, indivisibilidade e eternidade.


A visão de que a realidade é composta de mônadas, ou entidades hipotéticas, inteligentes e inteiras pertencentes a Monadologia.
Monadologia é o nome de qualquer sistema que compartilhe o conceito de mônada. Em filosofia, mônadas são substâncias indestrutíveis, semelhantes a almas, autossuficientes que refletem a ordem do mundo. Elas compõem o universo, mas não têm extensão espacial e são imateriais. Uma mônada não pode ser dividida porque é um todo unificado sem partes; no mundo material, os átomos podem ser divididos em partículas menores porque são formados de partes.


Embora os antigos filósofos gregos usassem o termo “mônada”, ele foi popularizado no século XVIII pelo filósofo e matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716). Ele queria reconciliar as teorias dos filósofos Baruch Spinoza (1632-77) e René Descartes (1596-1650) sobre a natureza da matéria. Leibniz começou a usar o termo “mônada” em 1675 e por volta de 1690 concebeu o monadismo. Ele publicou sua doutrina em sua obra Monadologia (Monadologia, 1714). Leibniz afirmou que “toda a matéria está interligada e cada corpo sente os efeitos de tudo o que acontece no universo”. Ele argumentou que um ser vivo é um corpo que tem uma mônada como sua alma, e que objetos no mundo material são coleções de mônadas. Leibniz acreditava que o universo funciona metafisicamente, referenciando Deus, em vez de materialmente, referenciando a natureza.


Vários filósofos usaram o conceito de mônada de Leibniz para descrever uma força invisível. Nos tempos modernos, a estrutura intelectual da monadologia foi aplicada à física porque fornece um modelo para a subjetividade e o papel do observador. Isso levou ao surgimento da monadologia quântica, à medida que os cientistas investigam a natureza da consciência e do tempo.

Oxford Dictionary.

Psicoterapia

As Famílias das Almas, por outro lado, referem-se aos grupos de almas que compartilham frequências energéticas e missões espirituais similares. Diz-se que estas famílias de almas encarnam juntas em diferentes vidas, e muitas vezes desempenham papéis importantes no crescimento e evolução umas das outras. Ao reconhecer nossas conexões familiares de alma, podemos ajudar uns aos outros em nossas jornadas espirituais e criar conexões mais profundas além deste reino terreno.


Outro conceito importante a ser compreendido é a Mônada. A Mônada é o aspecto mais elevado da alma, representando nossa essência divina que existe além do tempo e do espaço. É a mais pura

forma de consciência, não distorcida por nenhum fator externo. A Mônada é frequentemente representada como um círculo com um ponto no centro, simbolizando a unidade e a perfeição do divino.


Sandra Schmittel, Neuropsicopedagoga Especialista em NeuroEducação.


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Teosofia

Monás, a Unidade, o Hum, mas em Ocultismo significa, muitas vezes, a Triade unificada. Átma-Buddi- Manas, ou a Díade Atma-Buddhi, a parte imortal do homem que se reencarna nos reinos inferiores e progride gradualmente através deles até́ o homem e depois até́ a meta final [veja a discussão deste ponto no Corpus Hermeticum de Hermes Trismegistos]: o Nirvana. A Mônada é a Centelha divina, o Jiva, o Eu, o Raio do Logos. Ainda que seja una em essência, penetra em todos os planos e regiões do ser e se encarna em todas as formas ao percorrer os arcos ascendente e descendente (evolução e involução). Por este motivo se a designa, segundo o caso, pelos nomes de Mônada elemental, mineral, vegetal, animal, humana. Contém o germe ou estado latente os atributos e poderes divinos, poderes que se vão manifestando em virtude das impressões nascidas do contato com os objetos do universo com que a Mônada se relaciona.


Mônada espiritual – É una, universal, infinita e indivisível, cujos Raios, entretanto, formam aquilo que, em nossa ignorância, chamamos “Mônadas individuais” dos homens. Só existe num estado latente por completo.


Mônada Humana – É o conjunto de Atma-Buddhi-Manas. Estes três princípios constituem a parte imortal do homem, o Eu superior, que transmigra sucessivamente de m corpo para outro, até́ alcançar a liberação final, ou seja, sua completa emancipação da matéria.